quinta-feira, 21 de junho de 2018

Será o fim dos Pack Racings na Indycar series?

    O unico speedway dessa temporada, o texas motor speedway, que nos entregou uma corrida mediana, pelo menos superior a Indianapolis, pode estar fora do calendario ano que vem, o que nos faz pensar que a Indycar esta demonizando os Pack Racings, pois todos os ovais que nos proporcionam eles estão indo embora do calendario, levando com eles as inesqueciveis corridas que poderiamos ter.
  Para quem não sabe os Pack Racings são corridas em que todos os carros andam muito proximos, em que primeiro e o ultimo estão na mesma volta, onde há muitas ultrapassagens e alta impresivibilidade do que vai acontecer, por isso são as corridas que todos gostam de assitir, destaque para Fontana em 2015, que teve 80 trocas de liderança, um recorde para Indycar.


Se tem emoção, ultrapassagens, imprevisibilidade ou seja a receita para uma boa corrida, então porque estão tentando acabar com eles? simples segurança. O fantasma do Dan Wheldon e do Justin Wilson assombra a Indycar até hoje, mas o pricipal problema dessas mortes não foi o Pack Racing, primeiro que Dan Wheldon morreu pelo fato de haver 33 carros em uma pista de apenas 2,4 Km, e que a tão odiada proteção traseira dos carros não existiam, essa proteção apenas a do modelo DW12 spec, funcionava e impedia um carro fazer do outro carro rampa de decolagem, como aconteceu varias vezes no acidente de Las Vegas em 2011, se essa proteção existisse, Dan Wheldon estaria hoje brigando nos ovais da Indycar series, a foto abaixo mostrando a impopular proteção traseira, ao meu ver é muito necessaria, pois durante 2012 a 2014, não se viu acidentes como o de Las Vegas, e isso se auto justifica, alem disso convenhamos que ela não era feia do jeito que as pessoas falam, até combinava bem com o desenho do carro, eu até concordo com a dos aero Kits, ai sim eram feias e pouco uteis na segurança, mas a do spec ajudava muito na segurança.


O acidente de Justin Wilson foi exatamente o que aconteceu em indianapolis esse ano, os carros ficaram incontrolaveis, por causa do Pack Racing epico que aconteceu em Fontana em 2015, a direção de prova achou isso muito perigoso e reduziu a carga aerodinamica drasticamente, em Pocono aconteceu muitos acidentes, onde os pilotos perdiam os carros sozinhos, e em um desses acidentes o Sage Karam bateu e um dos pedaços de seu carro foi acertar a cabeça do Justin Wilson, mas se os carros tivessem uma carga aerodinamica maior, era muito provavel que não haveria tantos acidentes, pois os pilotos teriam mais controle dos seus carros, poderiamos não saber o que iria acontecer, mas com certeza seria mais seguro. pois em Fontana, a primeira amarela so veio na volta 126, com carros andando lado a lado.
A Indycar tem hoje um carro, que so proporciona um Pack racing no Nardo ring ( essa é uma piada para quem conhece muito de carros) mas tambem é um carro que proporciona boas sonecas,pois o que vimos no Texas foi muito, mais muito abaixo do que foi a corrida do ano passado, ou as corridas de 2015 e 2016, esse carro precisa sumir rapido, segurnça é muito importante, mas não da para ficar nessas corridas, e do jeito que estão demonizando os Pack Racings, so sobrara as 500 milhas de indianapolis no calendario e as desgraças dos ovais curtos, que sempre foram os soniferos mais eficientes que a humanidade criou, pelo menos para Indycar, na Nascar esses ovais ainda oferecem um pouco de emoção.
Eu apoio o Pack Racing, Queria muito um carro que fizesse qualquer o Oval de 2,4 km para cima de pé embaixo de tanque cheio ou com pneus gastos, mas Indycar me colocou essa porcaria que tem que reduzir para QUARTA marcha na curva 1 do Texas, que possui mais de 25º de inclinação, sendo isso o que salvou um pouco da corrida, a alta inclinação do circuito, mas em Pocono, se preparem para promoções em lojas de travisseiros,não se preoucupem com cobertas, la em agosto o clima devera estar bem agradavel.

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